A Quadrilha

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“A Quadrilha” é um pequeno poema irónico de Carlos Drummond de Andrade e, afinal, uma alegoria da vida, esse caminho de encontros e desencontros, opções e destino, sonhos e realidade, escolhas e compromissos.

Eis A Quadrilha :

“João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes

que não tinha entrado na história”

A Quadrilha tem tido versões e interpretações nos mais variados registos e pelos mais variados interpretes.

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E, aqui, A Quadrilha de viva voz :

Dita por Paulo Autran

Cantada a capella pelo Madrigal Contemporaneo

E pelo próprio Carlos Drummond de Andrade

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