Futebol e filosofia

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No Alemanha x Grécia de ontem, todos nós (vá lá, confessemos…) éramos um bocadinho gregos.

E por várias razões: porque estamos, tendencialmente, por David contra Golias, porque queríamos reeditar e vingar a final de 2004, porque queremos ir à final e não defrontar de novo a Alemanha, pela presença do Fernando Santos como treinador da Grécia e, claro, pelo efeito Merkl.

Infelizmente, a Alemanha não deu qual hipótese à equipa grega e fizeram do jogo um tranquilo passeio no parque.

Lembrei- me, por isso, dos Monty Python e de um outro Alemanha x Grécia, jogado entre filósofos ( apesar de a equipa dos filósofos alemães jogar com o improvável reforço de … Beckenbauer).

Os árbitros eram Confúcio, S. Tomás de Aquino e Santo Agostinho.

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São os Monthy Python no seu melhor.

Desta vez, apesar da tentativa desesperada de Lutero, treinador dos alemães, de virar o resultado com a entrada de Karl Marx no jogo, a Grécia venceu, pondo justiça no resultado, com um golo de cabeça de Sócrates, quem mais poderia ser ?

Por uma vez, contrariando a tese de outro grande filosofo, Gary Lineker, foram 11 contra 11 e a Alemanha perdeu.

Para quem nunca viu, veja imediatamente. Para quem já conhece, reveja uma vez mais.

ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL

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