Shanghai

Fui uma única vez a Shanghai, o suficiente para ficar fascinado.

Muitos mundos, muitas gentes, muitas épocas, as páginas da História escritas a velocidade alucinante, o passado e o futuro sem passar pelo presente,  numa só realidade.

Uma realidade com 20 milhões de pessoas, a Guerra do Ópio e a foz do Yangtse, os arranha-céus e a arquitectura Shikomen, a tradição e a modernidade, o Tratado de Nanking e as Concessões (belíssima, a Concessão Francesa), o Templo do Deus da Cidade e os Jardins Yuyuhan, Pudong e o Bund, as memórias da ocupação japonesa e da Revolução Cultural, a alta finança e a moda, as artes de vanguarda e a cultura tradicional.

De cidades verdadeiramente cosmopolitas, pensamos imediatamente em New York, mas, dada a multiplicidade e a diversidade, talvez Shanghai seja o melhor exemplo que conheço.

Fiz uma série de fotografias nocturnas em Pudong com uma perspectiva e ambiente a puxar a um filme de ficção científica.

Aqui ficam três exemplos.

Fotos: João Martins Pereira

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