Tag Archives: Indonesia

Bali

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Fotografia: JMPhoto

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Museu do Oriente

A minha exposição “Tanto Mundo” vai estar no Museu do Oriente, em Lisboa, entre 13 de Julho e 10 de Setembro.

Apareçam !

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Rice

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Fotografia: Indonesia, JMPhoto

Lilliput

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Fotografia: JMPhoto

Espelho

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Bali, Indonésia

Fotografia: JMPhoto

Amanhecer

É mais fácil fazer da tolice um regalo do que da sensatez.
Tudo que não invento é falso.
Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.
Tem mais presença em mim o que me falta.
Melhor jeito que achei pra me conhecer foi fazendo o contrário.
Sou muito preparado de conflitos.
Não pode haver ausência de boca nas palavras: nenhuma fique desamparada do ser que a revelou.
O meu amanhecer vai ser de noite.
Melhor que nomear é aludir. Verso não precisa dar noção.
O que sustenta a encantação de um verso (além do ritmo) é o ilogismo.
Meu avesso é mais visível do que um poste.
Sábio é o que adivinha.
Para ter mais certezas tenho que me saber de imperfeições.
A inércia é meu ato principal.
Não saio de dentro de mim nem pra pescar.
Sabedoria pode ser que seja estar uma árvore.
Estilo é um modelo anormal de expressão: é estigma.
Peixe não tem honras nem horizontes.
Sempre que desejo contar alguma coisa, não faço nada; mas quando não desejo contar nada, faço poesia.
Eu queria ser lido pelas pedras.
As palavras me escondem sem cuidado.
Aonde eu não estou as palavras me acham.
Há histórias tão verdadeiras que às vezes parece que são inventadas.
Uma palavra abriu o roupão pra mim. Ela deseja que eu a seja.
A terapia literária consiste em desarrumar a linguagem a ponto que ela expresse nossos mais fundos desejos.
Quero a palavra que sirva na boca dos passarinhos.
Esta tarefa de cessar é que puxa minhas frases para antes de mim.
Ateu é uma pessoa capaz de provar cientificamente que não é nada. Só se compara aos santos. Os santos querem ser os vermes de Deus.
Melhor para chegar a nada é descobrir a verdade.
O artista é erro da natureza. Beethoven foi um erro perfeito.
Por pudor sou impuro.
O branco me corrompe.
Não gosto de palavra acostumada.
A minha diferença é sempre menos.
Palavra poética tem que chegar ao grau de brinquedo para ser séria.
Não preciso do fim para chegar.

Do lugar onde estou já fui embora.

Manoel de Barros




Fotografia: João Martins Pereira

Herman Damar

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Herman Damar, um fotógrafo amador indonésio, com um extraordinário talento. Um artista da composição, um pintor de Luz, um rigor técnico impressionante.

A mim, toca-me especialmente porque este é tambem o meu registo favorito, a fotografia documentária, mais que só documental, o elemento humano integrado na Natureza.

Um grande Fotógrafo.

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My name is Herman. I’m from Indonesia. I’m someone who likes his life to keep up with his shutter speed. I like to think of myself as a creative person who doesn’t settle for the norm. I am a self taught photographer, expanding my knowledge on a daily basis.

I believe photography is the most selfless art out there. The photos that I take are for YOU. When it all comes down to it, these pictures will live on and revive the memories from your special time. I’d love to be apart of creating that. I strive to capture your vision, as if you were looking from the outside, in.

As a photographer, I have experience in the fast life. From parade crowds, to concerts, to sporting events, I capture the emotion and feel of it all. I also know how to portray the calm life. The portraits, the tiny details, the setting of your event, I capture the powerful simplicity.

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